Caso consume sua saída do PSB, o senador Fernando Bezerra trabalha com duas alternativas. A primeira é a migração para o grupo político do deputado Rodrigo Maia, ora em busca de criar um novo partido para abrigar políticos do DEM e dissidentes do PSB. Esse projeto, porém, perdeu força na semana passada após a CCJ da Câmara Federal rejeitar a denúncia do MPF contra Michel Temer.

Tivesse o parecer do deputado Sérgio Zveiter sido aprovado, cresceriam as chances de o próprio Rodrigo assumir a presidência da República por 180 dias, e depois convocar uma eleição indireta para a escolha do sucessor de Temer, que poderia ser ele próprio. Essa hipótese, hoje, está praticamente descartada.

A segunda alternativa do senador é assumir o controle do PSD em Pernambuco, tendo em vista que o seu presidente, deputado André de Paula, já anunciou que votará favoravelmente, no plenário, à denúncia contra Michel Temer. O Planalto está jogando pesado contra seus opositores e André poderá ser a próxima vítima.

Cantando de galo

Costuma-se dizer em Petrolina que Fernando Bezerra Coelho, fraco, já costuma cantar de galo, que dirá com força política! Ele tem mais 5 anos de mandato de senador, um filho ministro (Fernandinho) e outro prefeito de Petrolina (Miguel). O senador bancou o nome do filho para o ministério, contra a vontade do PSB local e nacional, e o da deputada Tereza Cristina (MS) para líder da bancada na Câmara Federal e ela derrotou o pernambucano Tadeu Alencar.

Da Redação  Por Inaldo Sampaio

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Paulo Gonçalves Arraes, nasceu em Araripina-PE em 1969, formado em Ciências com habilitação em Biologia pela FAFOPA, com cursos de Instrutor de Trânsito e Diretor de CFC (Auto Escola) pela UPE/Detran-PE, Vereador 1999/2000 (PSB) e 2001/2014 (PPS), Assessoria Política em campanhas eleitorais na Região do Araripe e em 2009 representou Pernambuco no Movimento pela Recomposição das Câmaras de Vereadores no Congresso Nacional em Brasília.