O Instituto Teotônio Vilela, ligado ao PSDB e presidido pelo tucano paulista José Aníbal, divulgou nesta terça-feira 28 o documento “Gente em primeiro lugar: o Braisl que queremos”, que propõe novas diretrizes para a legenda de olho nas eleições de 2018.

A sigla que não expulsou o senador Aécio Neves (MG), flagrado pedindo R$ 2 milhões em propina ao empresário Joesley Batista, entre outras denúncias de corrupção, como a que envolve a construção da sede do governo de Minas, quando era governador, diz em um trecho:

“A atividade pública não pode servir ao enriquecimento pessoal, mas somente ao bem comum. Não compactuaremos com a corrupção, a desonestidade, a falta de ética, os desmandos”.

O texto foi criticado pela economista tucana Elena Landau. “Quando cheguei na frase ‘nem estado mínimo, nem máximo, estado musculoso’, quase parei ali”, disse ela, em entrevista ao Estadão. Elena disse, ainda, que os economistas ligados ao PSDB não foram consultados previamente pelo Instituto Teotônio Vilela (ITV).

“É cheio de platitudes, um discurso velho”, acrescentou. “Para fazer uma documento, precisa de uma coisa mais forte. Era melhor não ter feito nada”, disse ainda.

O jornalista Xico Sá ironizou no Twitter: “Isso é q é combater a corrupção. Pense num partido!”.

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Paulo Gonçalves Arraes, nasceu em Araripina-PE em 1969, formado em Ciências com habilitação em Biologia pela FAFOPA, com cursos de Instrutor de Trânsito e Diretor de CFC (Auto Escola) pela UPE/Detran-PE, Vereador 1999/2000 (PSB) e 2001/2014 (PPS), Assessoria Política em campanhas eleitorais na Região do Araripe e em 2009 representou Pernambuco no Movimento pela Recomposição das Câmaras de Vereadores no Congresso Nacional em Brasília.